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Unesco revela que metade das crianças que não têm aulas vivem em áreas de conflito
Postado em 15 de julho de 2013, em Educação



Metade das 57 milhões de crianças do mundo que estão fora da escola vive em áreas afetadas por conflitos armados. No relatório “Monitoramento Global Educação para Todos” divulgado no dia 11 de julho em parceria com a ONG “Save The Children” para marcar o aniversário de 16 anos de Malala Yousafzai, no dia 12 de julho, apresenta a história da menina paquistanesa Malala Yousafzai que sofreu um atentado e quase morreu ao ser baleada na cabeça em outubro de 2012, quando voltava da escola para casa. O documento mostra que a metade das crianças do mundo que não vão ao colégio,  abandona as aulas por causa dos confrontos e da violência. O relatório pede ainda ações urgentes para levar educação aos alunos que vivem em áreas de conflito. No mundo, o número de crianças fora da escola caiu de 60 milhões para 57 milhões em 2011. Um progresso que, além de muito tímido, não se verificou nas áreas de violência. Em 2008, as crianças desses territórios representavam 47% do total e atualmente representam 50%.

O relatório, intitulado “Crianças lutando para ir à escola”, mostra que 44% das 28,5 milhões de crianças afetadas vivem na África Subsaariana, 19% estão no Sul e no Oeste da Ásia e 14% em países árabes. A vasta maioria, 95%, vive em países de baixa renda. As garotas, que representam 55% do total, são as mais prejudicadas já que frequentemente se tornam vítimas de estupros e outros tipos de violência sexuais tão comuns em zonas de conflito.

Além disso, quase um terço dos 20 milhões de adolescentes fora da escola também habitam zonas de conflito. Um problema agravado pela diminuição da ajuda humanitária para a educação. Esse fluxo de dinheiro caiu 60% de 2009 para 2011.

“A atenção internacional e a mídia invariavelmente se concentram nos problemas humanitários mais imediatos, mas não nos custos escondidos e duradouros da violência. E esses custos são mais evidentes na educação”, lamenta a diretora geral da Unesco, Irina Bokova. “Em muitos dos países mais pobres, conflitos armados continuam a destruir não apenas a infraestrutura das escolas, mas também as esperanças e ambições de uma geração inteira de crianças”.




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